Três interessados na disputa das eleições de outubro voltaram a deixar cargos públicos no governo estadual para cumprir o prazo de desincompatibilização exigido pela Justiça Eleitoral. Depois de saírem do primeiro escalão em 4 de abril, junto com o ex-governador Ronaldo Caiado (PSD), ao menos três ex-auxiliares mantiveram salários (que variaram de R$ 10.674,58 a R$ 30.281,47 mensais) e atuação em cargos de “assessoramento” durante os últimos três meses, já que os postos não são considerados de chefia e devem ser exonerados até três meses da eleição em primeiro turno, marcada para 4 de outubro, para cumprir o chamado “defeso eleitoral”. Titular da secretaria Geral de Governo desde janeiro de 2019, Adriano da Rocha Lima deixou o comando da pasta em 4 de abril, mas desde então continuou lotado no cargo em comissão de Assessor Especial (AEG), da Secretaria de Estado da Administração (Sead).