O plenário da Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) encerrou as atividades desta terça-feira (28) por falta de quórum e impediu avanço na tramitação do projeto de lei do governo estadual que pretende obrigar agressores de mulheres a pagarem pelos “dispositivos de monitorização”. A medida engloba as tornozeleiras eletrônicas, utilizadas pelos criminosos, e o botão do pânico, à disposição das vítimas. A matéria foi encaminhada pelo governador Daniel Vilela (MDB) ainda na última quinta-feira (23) e está apta à apreciação pela Comissão Mista. O fim dos trabalhos por ausência de parlamentares ocorreu logo na primeira sessão ordinária realizada desde que a Alego aprovou, em 16 de abril, a mudança no regimento interno para que apenas os trabalhos às terças-feiras sejam realizados de forma exclusivamente presencial, enquanto as quartas e quintas contam com participações remotas. Apesar de ter alcançado o registro de 33 deputados em plenário, apenas 8 marcaram presença na verificação de quórum realizada por solicitação de Clécio Alves (PSDB).