A operação do aterro sanitário ficou de fora das ordens de serviço publicadas pela Prefeitura de Goiânia nesta semana referentes ao novo contrato com a Companhia de Urbanização (Comurg). A Secretaria Municipal de Infraestrutura Urbana (Seinfra) informou que a decisão foi tomada diante da necessidade de finalizar a implantação de um sistema de fiscalização e controle para viabilizar o novo modelo de faturamento, por pesagem. Com isso, o serviço segue vinculado ao contrato anterior (valor fechado). O novo contrato da Prefeitura com a Comurg foi assinado em 24 de abril, com 58 itens divididos em seis anexos. Em um cenário em que todos os serviços são executados, o custo mensal é de R$ 120,9 milhões - R$ 1,4 bilhão por ano e R$ 7,2 bilhões por cinco anos (período completo de vigência do contrato). A Prefeitura pagará por mês à Comurg o valor correspondente ao serviço medido, que pode ser menor que o potencial do contrato.