Diante da falta de acordo entre a Prefeitura de Goiânia e os servidores administrativos da Educação municipal, a greve da categoria chegou, nesta terça-feira (8), a 16 dias. O cenário de impasse ainda segue. De um lado, a Prefeitura alega que não há espaço fiscal para atender a demanda dos servidores. De outro, o Sindicato dos Trabalhadores em Educação em Goiás (Sintego) afirma que a proposta do Paço não atende o pedido mínimo feito pelos servidores. A última oferta de negociação tinha, entre outros pontos, o parcelamento da atualização da tabela salarial em cinco vezes. A proposta foi rejeitada em assembleia realizada pelo sindicato em 24 de agosto. A categoria reivindica que o pagamento seja implementado dentro do atual mandato, ou seja, até 2028. Leis inflaram folha em R$ 1 bilhão sem plano para longo prazo