Em nota divulgada na tarde desta quarta-feira (10), o vereador Luan Alves (MDB) levantou questionamentos sobre a data da deflagração da Operação Taxa Criminosa e sugeriu relação com a atuação do seu pai, o deputado estadual Clécio Alves (PSDB). O vereador, que presidiu a Agência Municipal de Meio Ambiente (Amma), foi alvo de mandado de busca e apreensão na investigação que apura cobrança de propina em troca de alvarás da Prefeitura de Goiânia. “Chama atenção o fato de que tais medidas ocorram em um momento de intensa movimentação política e pré-eleitoral no Estado de Goiás. Sou filho do deputado estadual Clécio Alves, figura pública amplamente conhecida por suas posições firmes e independentes no cenário político goiano”, diz a nota, para completar: “Embora confie plenamente nas instituições e no regular funcionamento do Estado Democrático de Direito, não posso deixar de registrar minha preocupação com a coincidência temporal dos fatos, circunstância que naturalmente desperta questionamentos e exige que todo o procedimento seja conduzido com absoluta imparcialidade, transparência e estrita observância das garantias constitucionais”.