Candidato do PT ao governo de Goiás, o ex-deputado estadual Luis César Bueno aposta na unificação da base aliada ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva no estado em torno de seu nome para combater o desconhecimento e avançar ao segundo turno na corrida pelo Palácio das Esmeraldas. O petista foi o segundo entrevistado, nesta terça-feira (11), da série de sabatinas do POPULAR e rádio CBN Goiânia com os candidatos ao governo do Estado. O PT demorou quase um ano para escolher um candidato seguido de longo processo com a direção nacional para confirmar o nome, assim como ocorreu em 2022. Esses erros não deveriam ter sido corrigidos? Não foram problemas. É uma estratégia de articulação que o partido adotou no sentido de ampliar ao máximo o palanque em todos os estados. Até partidos da centro-direita passaram a liberar seus partidários para aliança com o presidente Lula. Nós temos, por exemplo, o partido do ex-governador Ronaldo Caiado, o PSD, que em vários estados fez aliança e está apoiando o presidente Lula. Então, não é uma questão goiana. O partido, nacionalmente, trabalhou a possibilidade de fazer uma aliança ampla. Com essas articulações, pela primeira vez, fechamos um campo da chamada esquerda progressista, que compõe sete partidos. Já no final, praticamente em julho, conseguimos, através da liberação da direção nacional, homologar o nosso nome como candidato.