O Instituto Municipal de Assistência à Saúde dos Servidores de Goiânia (Imas) calcula em R$ 7 milhões o aumento de receita a ser alcançado com mudanças no cálculo de contribuição dos usuários, cobrança de dependentes e definição de critérios para entrada no plano. A informação é da presidente do instituto, Gardene Fernandes Moreira, que afirma que a demora do envio do projeto de lei de reestruturação do Imas à Câmara de Goiânia deve-se à complexidade das alterações. Em elaboração há mais de um ano, o projeto de lei está pronto para assinatura do prefeito Sandro Mabel (UB) desde o dia 16 de junho, segundo andamento registrado no Sistema Eletrônico de Informações (SEI) da Prefeitura. Enquanto demora a enviar a proposta ao Legislativo, o prefeito reafirmou esta semana, em sessão no Tribunal de Contas dos Municípios (TCM-GO) a ameaça de fechar o Imas.