O prefeito de Goiânia, Sandro Mabel (UB), foi ao Tribunal de Contas dos Municípios de Goiás (TCM-GO) nesta quarta-feira (1º) para pedir, por meio de sustentação oral, que o pleno autorize a Prefeitura a dar andamento ao pregão eletrônico do Instituto de Assistência à Saúde e Social dos Servidores Municipais de Goiânia (Imas) para a contratação de empresa especializada na prestação de serviços de apoio operacional à autogestão de plano de saúde. Em março, o tribunal concedeu uma liminar para suspender a homologação da contratação, que foi questionada após uma representação apresentada pelo vereador e ex-líder do governo no Legislativo Igor Franco (Podemos) no início deste ano. O valor estimado do contrato é de R$ 12,3 milhões. Mabel reafirmou, diante dos conselheiros, que está fazendo a última tentativa para “salvar o Imas” com a licitação. “Se não for autorizado (fazer a contratação) - e mesmo se for e daqui um ano não tiver dado resultado -, nós não teremos mais o Imas, eu vou fechar o Imas. Eu não tenho condição de tocar esse Imas se nós não pudermos contratar essa empresa, nós vamos fechar de imediato o Imas”, afirmou.