O presidente da Assembleia Legislativa de Goiás (Alego), Bruno Peixoto (UB), confirmou que a demanda por aumento do teto de gastos para 2026 e os anos seguintes foi atendida pelo projeto de lei do governo estadual que estabelece a divisão do limite global do estado entre os poderes e órgãos autônomos. O presidente definiu que os pedidos foram contemplados, mesmo sem a inclusão do Fundo Especial de Modernização e Aprimoramento Funcional da Alego (Femal) na base de cálculo para o valor que está na proposta. “O projeto contempla o Legislativo. A avaliação que nós temos é de que, depois de todas as conversas e mesmo sem a inclusão do fundo, o projeto contempla. A gente entende que seria justo, mas mesmo com a exclusão do fundo, o projeto atende o nosso planejamento anual, por prever os valores referentes a este ano de 2026”, afirmou Peixoto ao POPULAR.