Com a necessidade de o Tesouro Estadual realizar aportes todos os anos no sistema previdenciário de Goiás e a estimativa de que a diferença entre as receitas e as despesas no pagamento dos benefícios supere os R$ 5 bilhões anuais em 2030, os candidatos ao governo de Goiás apontam a previsão de ajustes e de obter novas fontes de receita. Nesse contexto, a proposta recorrente apresentada indica para a arrecadação com a gestão dos ativos imobiliários do estado, entre outras medidas de capitalização. Ainda assim, os principais nomes da oposição na disputa criticam a situação vigente no sistema e iniciativas da administração atual, enquanto o governo de Goiás defende a última reforma na previdência estadual, realizada em 2019. Confira! Daniel Vilela (MDB) (Arte O Popular) Daniel Vilela (MDB) "A Reforma da Previdência Estadual, realizada em 2019 pelo governador Ronaldo Caiado, foi uma decisão responsável que já garantiu uma economia de R$ 3 bilhões ao Tesouro Estadual. O crescimento do déficit está dentro das projeções feitas à época e do planejamento financeiro do Estado. Goiás tem hoje as contas organizadas e capacidade financeira para honrar seus compromissos. Em 2025, o Tesouro destinou R$ 3,4 bilhões para garantir o pagamento dos benefícios previdenciários. Sem os ajustes realizados à época, esse valor já teria ultrapassado R$ 4 bilhões. Isso demonstra, na prática, que as medidas adotadas foram necessárias e produziram resultados para o Estado. Vamos continuar acompanhando as projeções, antecipando riscos e tomando as decisões necessárias com responsabilidade fiscal, planejamento e gestão técnica. E os servidores podem ter segurança: seus direitos serão preservados. O Fundo Previdenciário, que já ultrapassa R$ 1 bilhão, seguirá protegido e capitalizado para garantir as aposentadorias futuras."