Lideranças e pré-candidatos de partidos considerados nanicos na base aliada ao governador Daniel Vilela (MDB) reclamam de ofensiva realizada por deputados estaduais, com participação do presidente da Assembleia Legislativa (Alego), Bruno Peixoto (UB), para sabotar as chapas pré-montadas com postulantes a cadeiras na Casa. O movimento conta com a estrutura da Alego, ampliada desde 2023, para oferecer cargos em troca da desistência de nomes definidos nas articulações ocorridas até a janela de filiações, finalizada no início de abril. Depois das dificuldades para pré-montar as próprias chapas, por conta da redução do número de pré-candidatos interessados na disputa, os detentores de mandato procuram formas de reduzir a concorrência na corrida por vagas na Alego. A intenção é aumentar as chances de reeleição dentro dos chamados “chapões”, como os formados por MDB, PSD, federação UB/PP e federação SD/PRD, que reúnem grande quantidade de parlamentares e outros nomes considerados puxadores de voto, como ex-integrantes do governo estadual.