O governo estadual passou a considerar a possibilidade de não enviar à Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) um projeto de lei específico para definir o teto de gastos global do estado para 2026 e, principalmente, a distribuição dos limites de despesas para poderes e órgãos autônomos. A consideração consta do projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2027, em que o Executivo cogita que a matéria não seja concluída até o prazo final de elaboração da proposta de Lei Orçamentária Anual (LOA). Caso isso ocorra, as definições seriam apresentadas pela própria LOA. A alternativa passa a ser aventada em meio à pressão por ampliação de recursos orçamentária e limite de gastos, principalmente pelo Tribunal de Justiça (TJ-GO), Alego e Defensoria Pública do Estado (DPE). De acordo com a LDO enviada pelo governador Daniel Vilela (MDB) à Casa, as regras orçamentárias passam, neste ano, a prever cumprimento individual do teto de gastos, definido pelo Programa de Pleno Pagamento das Dívidas dos Estados (Propag).