A Prefeitura de Goiânia planeja assinar em breve um novo aditivo ao contrato com o consórcio Limpa Gyn, com reajuste de 7% na coleta convencional de resíduo sólido urbano e de 4% na remoção de entulho. A alteração deve ter impacto de R$ 20 milhões. O reequilíbrio econômico-financeiro foi aprovado sem ressalvas pelo Comitê de Controle de Gastos da Prefeitura, conforme publicado no Diário Oficial do Município de terça-feira (3). A reportagem apurou que o aditivo será feito porque o saldo do contrato não é suficiente. O preço unitário das atividades continua o mesmo, mas o aditivo amplia o volume de serviços. O contrato foi assinado originalmente em 19 de março de 2024, no mandato do ex-prefeito Rogério Cruz (SD), e está próximo do fim do prazo de validade, que é de dois anos. O prefeito Sandro Mabel (UB) afirmou que tem diálogo aberto com o Limpa Gyn sobre a continuidade do contrato. Segundo Mabel, a gestão quer modernizar a coleta de lixo e está estudando, junto com o consórcio, a viabilidade do projeto. O prefeito disse que a proposta é ampla, com ações que podem ser implantadas de forma gradativa nos próximos anos.