O surgimento de uma prova que não constava no envelope lacrado da segunda fase do 63º concurso para promotor do Ministério Público de Goiás (MP-GO) abriu um embate interno na instituição e pode levar ao cancelamento da etapa. Em meio à polêmica, o procurador-geral de Justiça, Cyro Terra Peres, que preside a Comissão do Concurso, adiou a sessão de identificação das provas subjetivas prevista para esta quarta-feira (27). O PGJ também agendou reunião para a próxima sexta-feira (29) para deliberação sobre o caso. O concurso oferece 37 vagas com salário inicial de R$ 34 mil. A controvérsia começou na segunda-feira (25), quando Cyro telefonou ao promotor Carlos Vinícius Alves Ribeiro, presidente de uma das bancas examinadoras - de Direito Constitucional -, e solicitou, entre outras demandas da comissão, a correção de mais uma prova, um mês após a aplicação do exame, realizada no fim de abril. As demais avaliações já haviam sido corrigidas na semana anterior.