Ao longo da campanha eleitoral, os candidatos ao governo de Goiás prometem ações em áreas fundamentais, como Saúde, Educação e segurança pública. Entretanto, o cumprimento delas depende de equilíbrio financeiro que permita aplicar verba pública de forma estratégica e planejada para o futuro. Ao próximo governador caberá o desenvolvimento de ações relacionadas à transição da reforma tributária, estímulo de arrecadação e sustentabilidade financeira. O estado fechou 2025 com déficit e tem previsão de resultado negativo para 2026 e 2027. No entanto, ainda há dinheiro em caixa. São cerca de R$ 9 bilhões poupados. O Relatório Resumido de Execução Orçamentária (RREO) em Foco Estados + Distrito Federal do 3º bimestre de 2026, com dados até junho, mostra que a composição das despesas de Goiás em relação à receita total é formada por 57% de pessoal e encargos sociais, 33% de custeio, 3% de serviço da dívida e 6% de investimentos. O relatório é divulgado pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN), órgão ligado ao Ministério da Fazenda. Os dados são informados pelas administrações estaduais.