Para o advogado tributarista Cairon Santos, a situação deficitária da maioria das cidades goianas é consequência do fim das medidas de compensação criadas durante o período da pandemia de Covid-19. Segundo o especialista, “a coisa está se estabelecendo dentro de uma planície, uma normalidade”, depois do aumento nos repasses nos últimos dois anos. “A pandemia começou em março de 2020. Em 2021 foi um ano atípico, por causa da pandemia, e em 2022 houve uma recuperação e tudo aumentou. A arrecadação, a própria economia, em comparação com os anos anteriores que ficaram estagnados. Agora está aparecendo esse rombo nas contas dos municípios”, afirma o advogado. Leia também: - Goiás tem 65% das cidades no vermelho Santos ainda defende que a cobrança dos municípios tenha atendimento pelo governo federal. As manifestações voltaram a ser feitas há duas semanas, em mais uma Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios, organização pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM).