O pleno do Tribunal de Contas dos Municípios do Estado de Goiás (TCM-GO) adiou mais uma vez, nesta quarta-feira (12), a decisão no julgamento do processo que trata da contratação de empresa de apoio operacional à gestão do Instituto Municipal de Assistência à Saúde dos Servidores de Goiânia (Imas), depois de o conselheiro Daniel Goulart pedir vista. Em março, a corte de contas concedeu uma liminar para suspender a homologação da contratação de empresa para gerir o instituto, a partir de pregão eletrônico realizado em janeiro pela Prefeitura de Goiânia no valor de R$ 10,63 milhões. A representação foi feita pelo vereador de oposição Igor Franco (Podemos), ex-líder do governo no Legislativo municipal. Trata-se da terceira vez que o TCM-GO adia a votação. No dia 1º de julho, o caso chegou a entrar na pauta do plenário, mas foi retirado pelo conselheiro Humberto Aidar após o prefeito Sandro Mabel (UB) comparecer à sessão para pedir a liberação do contrato e reafirmar, em sustentação oral, que o Imas poderia ser fechado. Em 15 de julho, há quase um mês, o conselheiro Valcenôr Braz também pediu vista após questionar os altos valores da licitação.