Por unanimidade, o Órgão Especial do Tribunal de Justiça de Goiás (TJ-GO) decidiu na segunda-feira (13) pela aposentadoria compulsória do juiz Adenito Francisco Mariano Júnior, de Silvânia, investigado desde 2024 por venda de sentenças. A defesa do juiz alegou que a condenação considerou provas declaradas nulas pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) e que vai recorrer a instâncias superiores. Em agosto de 2024, depois que Adenito, três filhos e assessores, foram alvos de operação do Ministério Público de Goiás e da Divisão de Inteligência Institucional do TJ-GO, o Órgão Especial decidiu decretar o afastamento cautelar do juiz em um primeiro passo para instauração de processo administrativo disciplinar (PAD). Ontem, o relator, desembargador Guilherme Gutemberg Isac Pinto, apresentou voto no PAD favorável à aposentadoria e foi seguido por todos os coletas.