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Casal é encontrado morto dentro de casa na véspera de Natal

Suspeito do crime chegou a ser preso, mas foi liberado por falta de provas

Casal foi encontrado morto dentro de uma casa na zona rural de Cristalina (Divulgação/PM)

Casal foi encontrado morto dentro de uma casa na zona rural de Cristalina (Divulgação/PM)

Um casal foi encontrado morto dentro de uma casa na zona rural de Cristalina, região no Entorno do Distrito Federal. De acordo com a Polícia Militar (PM), as vítimas foram identificadas como Maria Batista de Oliveira, de 68 anos, e Mario Domingos, de 59.

O crime aconteceu na noite de segunda-feira (23) e os corpos foram encontrados na manhã desta terça (24), às vésperas do Natal, no assentamento Vista Alegre, em Cristalina.

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Segundo a PM, o filho das vítimas estranhou o fato de não ter tido retorno dos pais e das câmeras da casa não estarem funcionando. Diante disso, ele entrou em contato com um vizinho para saber se havia tido queda de energia no local e pediu para o vizinho ir até a casa dos seus pais ver se estavam bem.

Após receber uma ligação do vizinho, afirmando que tinha encontrado os pais dele mortos em casa e que a cena era brutal, o filho acionou a PM. No boletim de ocorrências, a PM informou que no local do crime, encontraram sinais de arrombamento e desordem, o que, segundo a Polícia Civil, aponta indícios de latrocínio.

Na casa, os policiais encontraram sinais de arrombamento e desordem, o que aponta indícios de latrocínio (Divulgação/PM)

Na casa, os policiais encontraram sinais de arrombamento e desordem, o que aponta indícios de latrocínio (Divulgação/PM)

Um facão utilizado supostamente para matar o casal foi encontrado ao lado dos corpos. Segundo a Polícia Civil, um homem chegou a ser preso e levado para a Delegacia, suspeito de ser o autor do crime, mas foi solto por falta de provas.

O POPULAR não conseguiu contato com a defesa do suspeito até a última atualização desta reportagem. O suspeito negou a autoria dos crimes à polícia.

(Colaborou Maiara Dal Bosco)

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Quatro suspeitos de matar feirante a tiros são presos

Grupo composto por três homens e uma jovem de 18, é suspeito de ter cometido outro crime horas antes do homicídio

Júlio César de Freitas, de 54 anos

Júlio César de Freitas, de 54 anos (Reprodução/Redes Sociais)

Os três homens e a jovem suspeita de matar a tiros o feirante Júlio César de Freitas, de 54 anos, na porta da casa dele, no Parque Tremendão, em Goiânia, foram presos, nesta quinta-feira (27), segundo a Polícia Militar (PM). O caso é investigado pela Delegacia Estadual de Investigações de Homicídios (DIH).

A polícia não divulgou os nomes dos suspeitos, por isso a reportagem não conseguiu localizar a defesa deles até a última atualização deste texto.

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O crime, segundo a Polícia Civil (PC), ocorreu na última quarta-feira (26), por volta das 21h. De acordo com a PM, a ação criminosa começou por volta das 17h, quando jovem pediu um carro por aplicativo, que levaria os suspeitos até a casa do feirante. Porém, durante o trajeto, renderam o motorista de 60 anos e, com extrema violência, tomaram o veículo e o abandonaram em uma área de mata próxima a Goianira.

Ainda segundo os militares, os suspeitos ainda teriam tentado matar o motorista, com quatro disparos. No entanto, a arma falhou três vezes, e apenas um tiro atingiu de raspão a cabeça do motorista, que sobreviveu.

Sempre tem aquela opção de aparecer o motorista, o carro e o valor. Então a gente escolheu uma HB20 branca, com um senhor que era mais de idade para ficar mais fácil fazer isso tudo. Eai foi isso (...) Ele ia ser morto também", detalhou a jovem em vídeo divulgado pela PM.

Suspeitos de matar feirante foram presos pela Rotam (Reprodução/ PM)

Suspeitos de matar feirante foram presos pela Rotam (Reprodução/ PM)

Ainda conforme os militares, após a ação, eles seguiram para o Parque Tremendão, onde mataram o feirante na porta da casa dele. Ainda segundo os militares, os suspeitos teriam executado a vítima a pedido de uma outra pessoa. Pelo crime, eles receberam mais de R$ 5 mil. A reportagem chegou a questionar quem seria o mandante, mas foi informada de que esses detalhes não podem ser divulgados para não interferir nas investigações.

Segundo os militares, o grupo composto por três homens, de 22, 26 e 28 anos, e uma jovem de 18, foi preso por homicídio, em relação ao feirante, e por tentativa de latrocínio, devido ao motorista por aplicativo.

Com eles foram apreendidos dois revólveres, supostamente usados nos crimes, assim como seis munições, R$5.120 mil em espécie, dinheiro supostamente recebido pelo homicídio e três celulares.

Armas, munições e dinheiro em espécie foram apreendidos com os suspeitos (Reprodução/ Polícia Militar)

Armas, munições e dinheiro em espécie foram apreendidos com os suspeitos (Reprodução/ Polícia Militar)

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Mulher é encontrada morta em residência; ex é suspeito do crime, diz polícia

Segundo a Polícia Civil, vítima e o suspeito estavam separados desde o ano passado

Daiana Virtuoso, encontrada morta na própria casa em Niquelândia

Daiana Virtuoso, encontrada morta na própria casa em Niquelândia (Reprodução/Redes sociais)

Uma mulher de 35 anos foi encontrada morta na sua residência em Niquelândia, no norte de Goiás. De acordo com a Polícia Civil (PC), o principal suspeito do crime é o ex-companheiro da vítima.

Como o nome do suspeito não foi divulgado, O POPULAR não conseguiu localizar a defesa dele até a última atualização dessa matéria.

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O caso aconteceu na noite da última segunda-feira (24). De acordo com a PC, na residência, foi constatado que a vítima apresentava um ferimento na cabeça e a morte foi confirmada no local. Ao POPULAR, o delegado Adriano Melo, responsável pelo caso, disse que a vítima já havia registrado um boletim de ocorrência por violência doméstica contra o ex-companheiro.

Em 2024, a vítima registrou ocorrência por violência doméstica contra o então companheiro (suspeito do crime). Foram aplicadas medidas protetivas de urgência, porém, ela mesma pediu revogação. Sabemos que moravam juntos até no ano passado, porém estavam separados", disse o investigador.

De acordo com o delegado um inquérito foi instaurado para investigar o caso e devido ao velório da vítima, a família ainda não prestou depoimento, o que deve acontecer nos próximos dias.

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Suspeitos da morte de dono de padaria são indiciados por latrocínio e ocultação de cadáver, diz polícia

Carlos Luiz foi morto em uma emboscada armada por Vinicius Valentim, ex-funcionário e amigo do empresário, e Yara Martins, namorada de Vinicius

(Divulgação/Polícia Militar - Reprodução/Redes sociais)

(Divulgação/Polícia Militar - Reprodução/Redes sociais)

Os dois suspeitos pela morte do empresário Carlos Luiz de Sá, de 53 anos, foram indiciados por latrocínio e ocultação de cadáver, segundo conclusão das investigações da Polícia Civil. Carlos Luiz foi morto em uma emboscada armada por Vinicius Valentim, ex-funcionário e amigo do empresário, e Yara Martins, namorada de Vinicius.

O POPULAR não conseguiu contato com a defesa dos suspeitos até a última atualização desta reportagem.

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Segundo o delegado Douglas Pedrosa, Vinicius tinha contas dele e da família pagas pelo empresário.

Ele se mantinha, junto com a família dele, somente com o fruto desse dinheiro. Vinícius teve contas de supermercado pagas pela vítima, viagens pagas pela vítima e também festa de aniversário paga por ela", afirmou Douglas.

Em entrevista à TV Anhanguera, o delegado Douglas Pedrosa, afirmou que a polícia descarta a possibilidade de que o crime tenha sido cometido apenas por ciúmes.

A versão deles ainda continua sendo homicídio praticado por pedido dela. Contudo, a Polícia Civil descarta essa possibilidade, pelo menos em princípio. A gente sabe que teve dinheiro envolvido, que eles estavam em busca do dinheiro da vítima, basta a gente provar", disse.

A polícia descobriu que, logo após o crime, o casal gastou mais de R$ 2 mil em sua fuga, o que fortaleceu as suspeitas. "Eles viviam numa situação precária e, no dia, gastaram mais de R$ 2 mil só com a fuga. Temos indícios veementes de que esse dinheiro tenha sido tirado da vítima", contou o delegado.

Relembre o caso

Carlos Luiz era dono de uma padaria em Trindade , na Região Metropolitana de Goiânia. A última vez em que o empresário foi visto foi na noite do dia 25 de fevereiro, quando ele fechou a padaria. O empresário teria dito aos familiares que iria à igreja, mas não chegou ao local.

Vinicius Valentim, suspeito de assassinar a facadas o empresário, afirmou à Polícia Militar que mantinha um relacionamento amoroso com a vítima e cometeu o crime como uma "prova de amor" para sua namorada, que havia descoberto o caso entre eles. Ele confessou o homicídio e foi preso na madrugada do dia 27 de fevereiro em Uruaçu, no norte de Goiás.

O corpo de Carlos Luiz foi encontrado no dia 27, às margens da GO-020, próximo ao autódromo de Goiânia. O carro do empresário foi localizado na noite do dia 26 em Inhumas, também na Região Metropolitana da capital. Além do amigo, a namorada dele e a irmã, menor de idade, foram apreendidas por participação no crime.

Planejamento do crime

Carlos Luiz de Sá, de 53 anos (Reprodução/Redes Sociais)

Carlos Luiz de Sá, de 53 anos (Reprodução/Redes Sociais)

Em depoimento à polícia, Vinicius contou aos policiais que ligou para o empresário para pedir dinheiro.

Marquei o lugar, ele foi, falou que não tinha dinheiro para me arrumar e eu matei ele... com uma faca", disse o suspeito.

Em depoimento, a mulher afirmou que terminou o relacionamento ao descobrir que o namorado mantinha um caso com o empresário.

Ele queria, de alguma forma, voltar comigo. Então, me disse que cometeria o crime para provar que me amava", afirmou a mulher.

Segundo a mulher, o namorado atraiu o empresário até o local do crime, enquanto ela aguardava escondida. "Ele ligou do celular dele e pediu para o Luiz buscá-lo, dizendo que estava jogando bola na região de chácaras. Depois, mandou eu me esconder e enviou a localização para o Luiz. Falou que entraria primeiro para rendê-lo e que eu aparecesse depois", disse.

Minha participação foi tentar segurar [o empresário]. Tanto que eu também levei um golpe de faca", relatou a mulher à Polícia Militar.

(Colaborou Vinicius Moraes, repórter do g1 Goiás)

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Avó e neta são encontradas mortas dentro de casa no Paraná

Caso foi registrado em Jataizinho. Segundo PM, corpos tinham sinais de violência. Duas pessoas foram levadas à delegacia e liberadas em seguida

Marley tinha 53 anos e a neta, Ana Carolina, 11

Marley tinha 53 anos e a neta, Ana Carolina, 11 (Redes sociais/SAF Bom Pastor)

A Polícia Civil do Paraná investiga as circunstâncias das mortes de Marley Gomes de Almeida, de 53 anos, e sua neta Ana Carolina de Almeida Anacleto, de 12 anos, encontradas mortas dentro de casa na noite do último sábado (22), em Jataízinho, município localizado na região norte do estado.

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Segundo a polícia, as duas vítimas estavam deitadas em uma cama no quarto, cobertas por um edredom, com sinais de violência e lenços amarrados ao pescoço.

Em uma das paredes do cômodo, havia uma mensagem, com um pedido de desculpa, escrita com sangue. O texto continha erros de ortografia, conforme foi registrado no boletim de ocorrência: "Deculpa mae (sic)".

Segundo a Polícia Militar, um familiar acionou as autoridades após chegar à residência e encontrar a porta e o portão apenas encostados. Ao entrar na casa, ele encontrou as vítimas e percebeu a presença de sangue espalhado pelo cômodo.

O local foi isolado para o trabalho da perícia, que constatou manchas de sangue nas roupas de cama, no chão e nas paredes.

Equipes da Polícia Científica foram acionadas para realizar exames técnicos. Aparelhos celulares de familiares foram apreendidos e devem passar por perícia.

Não foram divulgados detalhes sobre suspeitos ou a possível motivação do crime. A Polícia Civil informou que as investigações seguem sob sigilo "para garantir a coleta segura de provas" e evitar que a divulgação de informações comprometa o andamento das apurações.

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