Maisa estreia na Globo em 'Garota do Momento', nova novela da faixa das 18 horas
Folhetim, que entra no ar nesta segunda-feira, se passa em 1958 e é ambientada em Copacabana, no Rio de Janeiro
Globo

Maisa vai dar vida à falsa Bia em 'Garota do Momento', novela que estreia nesta segunda-feira, na Globo (Globo/Beatriz Damy)
Se o que vivemos nos molda, o que acontece quando precisamos redefinir a história da nossa própria biografia? Em Garota do Momento , nova novela da seis da Globo, que estreia nesta segunda (4). Escrita por Alessandra Poggi com direção artística de Natalia Grimberg, Beatriz (Duda Santos) acredita desde os 4 anos ter sido abandonada pela mãe, Clarice (Carol Castro). Só que ela não sabe que, na verdade, Clarice perdeu a memória em um grave acidente. Dezesseis anos depois, quando finalmente descobre o paradeiro da mãe, Beatriz se depara com uma outra Bia (Maisa) em seu lugar e precisa lidar com essa nova realidade, dando início a uma jornada -- cheia de obstáculos -- de reconciliação com o passado. Nessa busca por identidade, surge o entendimento de sua potência, ao desafiar os padrões impostos na década de 1950, quando se torna garota-propaganda de uma das maiores empresas de sabonetes do país.
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O pano de fundo da história é o ano de 1958, quando o rock americano fazia a cabeça dos jovens, a bossa nova chegava e se misturava às canções da Época de Ouro do rádio e a indústria crescia como nunca. "Escolhi ambientar essa novela de época nos anos 1950, especificamente em 1958, por ser considerado por muitos um dos anos mais felizes do Brasil, com a bossa nova e o Cinema Novo surgindo, nosso País ganhando a Copa do Mundo pela primeira vez e a construção de Brasília. Tudo parecia mais bonito e feliz", conta a autora Alessandra Poggi.
"Garota do Momento é uma fábula de esperança, ambientada em um período de grande otimismo no Brasil, sobre o qual vamos propor também algumas reflexões", afirma a diretora artística Natalia Grimberg. "Tudo o que conhecemos sobre os anos 1950 são registros apenas de uma parte da história do Brasil. Vamos tentar mostrar um pouco mais que isso, dando imagem e movimento, dentro da dramaturgia, para outras histórias", comenta o diretor-geral Jeferson De.
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Mãe e filha separadas
Tudo começa quando Clarice (Carol Castro) -- viúva com grande talento para a pintura, mas que ganha a vida como lavadeira -- deixa a pequena Beatriz aos cuidados da sogra, Carmem (Solange Couto) e viaja de Petrópolis para cidade do Rio de Janeiro, na tentativa de participar de uma exposição em uma galeria de arte. Na capital, Clarice conhece o empresário Juliano Alencar (Fabio Assunção), herdeiro da Perfumaria Carioca. Ele se apaixona por ela à primeira vista e lhe propõe casamento.
Essa união quase não acontece: Clarice flagra uma briga entre Juliano e a amante dele, Valéria (Julia Stockler), que acaba morrendo acidentalmente na confusão. Quando vai denunciá-lo, Clarice sofre um grave acidente e perde parte da memória. Como se lembra apenas de que tinha uma filha chamada Beatriz, seu noivo e a mãe dele, a inescrupulosa Maristela (Lilia Cabral), aproveitam-se da situação e entregam a Clarice outra menina para criar, afirmando ser a filha dela, e por isso, batizada com o mesmo nome. Trata-se de Bia (Maisa), filha que Juliano teve com Valéria.
Para garantir que o plano dê certo, Maristela e Juliano criam um falso passado para Clarice, que inclui até uma família fictícia. Até então funcionária dos Alencar na Perfumaria Carioca, Zélia (Leticia Colin) fecha um acordo com Maristela e passa a figurar como irmã de Clarice. Dezesseis anos depois, a mãe de Beatriz vive em uma teia de mentiras e, ao lado de Zélia, comanda a Magnifique Escola para Moças, trabalho que faz com muita dedicação, preparando e educando meninas para a alta sociedade. Apesar da vida aparentemente feliz, Clarice sente uma angústia profunda por causa das lacunas em suas lembranças. No fundo, ela sabe que algo lhe falta.
"A Clarice vai para o Rio de Janeiro em busca de um sonho, que, no início, dá certo. É genuíno o sentimento dela pelo Juliano. Foi a primeira vez que ela se abriu para o amor novamente depois que ficou viúva. Mas tudo anda muito rápido e ela quer voltar a Petrópolis para buscar a filha. Só que acontece o acidente, e a história dela muda de direção", explica a atriz Carol Castro.
Ao se deparar com uma foto da mãe em uma revista, Beatriz, que mora com a avó em Petrópolis, decide embarcar para o Rio de Janeiro. A prova de que Clarice está viva a impulsiona a tentar reencontrar essa figura que acredita ter causado tanta tristeza em sua vida. Quando Beatriz chega ao Rio, está determinada a confrontar o passado e elucidar suas angústias. O problema é que, no reencontro, Clarice não se lembra dela, e Bia ocupa seu lugar de filha.
"Eu acho que é o pior momento da vida da Beatriz. Pior até do que quando a mãe dela foi embora, porque ela cresceu mantendo viva a expectativa, a esperança de reencontrá-la, e guardou por 16 anos todo o amor que sentia por aquela mulher. Quando elas se encontram, a Clarice olha para a Beatriz e simplesmente não se lembra dela", analisa Duda Santos.
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