IcCidade

Cidades

Ex-assessor da Câmara de Goiânia é um dos alvos de operação contra suspeitos de tráfico que ostentavam vida de luxo

Segundo a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), Victor Hugo Barbosa da Silva, de 20 anos, está foragido

Victor Hugo Barbosa da Silva, 20 anos, é ex-assessor da Câmara Municipal de Goiânia (Reprodução/TV Anhanguera)

Victor Hugo Barbosa da Silva, 20 anos, é ex-assessor da Câmara Municipal de Goiânia (Reprodução/TV Anhanguera)

Um ex-assessor da Câmara Municipal de Goiânia foi identificado como um dos alvos da Operação Chiusura, que investiga um grupo suspeito de tráfico interestadual de drogas e lavagem de dinheiro que ostentava uma vida de luxo. Segundo a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), Victor Hugo Barbosa da Silva, de 20 anos, está foragido.

🔔 Siga o canal de O POPULAR no WhatsApp

O POPULAR não conseguiu localizar a defesa de Victor Hugo até a última atualização desta reportagem. A Câmara Municipal de Goiânia informou em nota que a mesa diretora do Poder Legislativo já determinou a demissão do funcionário (veja a nota completa na íntegra).

Segundo a polícia, as investigações duraram cerca de um ano e meio, e o 'núcleo' do grupo que fica em Goiás foi identificado após integrantes da organização criminosa vinculados ao núcleo do Distrito Federal terem sido presos em fases anteriores da investigação.

Entenda o caso

A PCDF cumpriu 19 mandados de prisão temporária e 80 de busca e apreensão em Goiás e mais cinco estados (Reprodução/TV Anhanguera)

A PCDF cumpriu 19 mandados de prisão temporária e 80 de busca e apreensão em Goiás e mais cinco estados (Reprodução/TV Anhanguera)

Na manhã desta sexta-feira (28), a PCDF cumpriu 19 mandados de prisão temporária e 80 de busca e apreensão em Goiás e mais cinco estados contra o grupo suspeito. Distrito Federal, Mato Grosso do Sul, Santa Catarina, Rio Grande do Norte e Alagoas.

Segundo a polícia, as lideranças locais do grupo utilizavam, de forma reiterada e estruturada, contas bancárias pertencentes a duas pessoas jurídicas distintas como meio de dissimular e movimentar os valores provenientes do tráfico de entorpecentes. Tais empresas são sediadas no município de Trindade, na Região Metropolitana de Goiânia, sendo uma delas registrada no ramo de transporte de cargas e a outra no comércio de peças automotivas.

Uma outra informação importante é que a empresa de autopeças foi criada com o uso de documentação falsa, o que segundo a PCDF reforça o caráter fraudulento da estrutura empresarial montada para conferir aparência de legalidade à lavagem de capitais.

Segundo as investigações, essas empresas são administradas por integrantes do chamado "Núcleo Goiás", que se trata de um núcleo familiar, composto pelo ex-assessor da Câmara de Goiânia, Victor Hugo, seu pai e a esposa do pai. Eles seriam os responsáveis pela circulação de valores milionários vinculados às atividades ilícitas da organização criminosa.

Segundo a polícia, caso eles sejam condenados, os investigados estarão sujeitos ao cumprimento de penas que podem ultrapassar 30 anos de prisão. Eles vão responder pelos crimes de integração em organização criminosa, tráfico interestadual de drogas e lavagem de dinheiro praticada de forma reiterada e estruturada, por meio de engrenagem criminosa voltada à ocultação de ativos ilícitos.

Nota da Câmara Municipal de Goiânia na íntegra

O servidor foi nomeado no cargo em comissão após comprovada a regularidade das certidões e demais documentos estabelecidos em lei para ingresso na função.

A Câmara de Goiânia é cumpridora de todas as decisões judiciais e ainda não foi notificada oficialmente pelas autoridades competentes. A Mesa Diretora do Poder Legislativo já determinou a demissão do funcionário.

(Colaborou Aline Goulart, repórter do g1 Goiás)

Você se interessou por essa matéria?

Acessar conta

É só colocar login e senha e acessar o melhor jornalismo de Goiás.

Criar conta gratuita

É só registrar seu e-mail para ter acesso a 3 matérias por mês, sem pagar nada por isso.

Assine O Popular digital

R$ 9,90 Mensais

Desconto para assinatura digital no primeiro mês

Newsletter

Escolha seus assuntos favoritos e receba em primeira mão as notícias do dia.

Notícias do Atlético

Notícias do Goiás E. C.

Notícias do Vila Nova

Destaques do Impresso

Podcast Giro 360

Economia Goiana

Edição de Domingo

Crônicas da Semana

IcCidade

Cidades

Polícia Federal busca grupo suspeito de aplicar golpes bancários com contas fantasmas em Goiás

Conforme as investigações da polícia, o grupo chegou a roubar aproximadamente R$ 1 milhão em apenas um dia

Estão sendo cumpridos 12 mandados de prisão preventiva, 18 de busca e apreensão, além de sequestro de bens dos suspeitos (Divulgação/Polícia Federal)

Estão sendo cumpridos 12 mandados de prisão preventiva, 18 de busca e apreensão, além de sequestro de bens dos suspeitos (Divulgação/Polícia Federal)

Uma operação da Polícia Federal (PF) busca combater um grupo suspeito de realizar fraudes bancárias eletrônicas e lavagem de dinheiro em Goiás e outros três estados. Conforme as investigações da polícia, o grupo chegou a roubar aproximadamente R$ 1 milhão em apenas um dia.

🔔 Siga o canal de O POPULAR no WhatsApp

A operação, nomeada de 'Tripeiros', foi deflagrada nesta terça-feira (1). Segundo a polícia, as investigações acontecem a um ano e meio, em busca dos chefes da organização, executores das fraudes e nas pessoas que intermediavam a contratação dos 'laranjas'.

Segundo a PF, o dinheiro furtado foi distribuído em cerca de 70 contas de 'laranjas' em estados da Bahia, Ceará, Distrito Federal, Goiás, Pará, Pernambuco, Piauí, Paraná, Rio Grande do Norte, Santa Catarina, São Paulo e Tocantins.

Estão sendo cumpridos 12 mandados de prisão preventiva, 18 de busca e apreensão, além de sequestro de bens dos suspeitos, em São Paulo, Goiás, Santa Catarina e Ceará.

Dinheiro e joias apreendidas pela Polícia Federal (Divulgação/Polícia Federal)

Dinheiro e joias apreendidas pela Polícia Federal (Divulgação/Polícia Federal)

Conforme a polícia, caso os suspeitos sejam presos, poderão responder por lavagem de dinheiro, furto qualificado mediante fraude e organização criminosa.

O POPULAR entrou em contato com a Polícia Federal nesta quarta-feira (2) em busca de mais informações sobre a operação, porém a polícia informou que as informações são restritas.

Você se interessou por essa matéria?

Acessar conta

É só colocar login e senha e acessar o melhor jornalismo de Goiás.

Criar conta gratuita

É só registrar seu e-mail para ter acesso a 3 matérias por mês, sem pagar nada por isso.

Assine O Popular digital

R$ 9,90 Mensais

Desconto para assinatura digital no primeiro mês

Newsletter

Escolha seus assuntos favoritos e receba em primeira mão as notícias do dia.

Notícias do Atlético

Notícias do Goiás E. C.

Notícias do Vila Nova

Destaques do Impresso

Podcast Giro 360

Economia Goiana

Edição de Domingo

Crônicas da Semana

IcCidade

Cidades

Grupo suspeito de tráfico interestadual de drogas que ostentava vida de luxo é alvo de operação

Agentes cumprem 19 mandados de prisão temporária e 80 mandados de busca e apreensão. Investigação aponta que grupo comprava droga em áreas de fronteira e era organizado em núcleos

Operação mira grupo suspeito de tráfico interestadual de drogas que ostentava vida de luxo

Operação mira grupo suspeito de tráfico interestadual de drogas que ostentava vida de luxo (Reprodução/PCDF)

Uma operação policial mirou um grupo suspeito de tráfico interestadual de drogas e lavagem de dinheiro. Segundo a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), na manhã desta sexta-feira (28), foram cumpridos 19 mandados de prisão temporária e 80 de busca e apreensão em Goiás e mais cinco estados (Distrito Federal, Mato Grosso do Sul, Santa Catarina, Rio Grande do Norte e Alagoas).

Como os nomes dos investigados não foram divulgados, O POPULAR não localizou a defesa deles até a última atualização desta reportagem.

🔔 Siga o canal de O POPULAR no WhatsApp

As medidas judiciais estão sendo cumpridas em Goiás nas cidades de Goiânia, Aparecida de Goiânia, Anápolis, Luziânia, Formosa e Águas Lindas. Também foram determinados o sequestro judicial de 17 veículos e sete imóveis, incluindo uma residência luxuosa em condomínio fechado em Goiás. Dezenas de contas bancárias foram bloqueadas, incluindo as de uma fintech sediada em São Paulo, que chegou a movimentar cerca de R$ 300 milhões em apenas três meses.

A PCDF afirma que o grupo comprava as drogas em áreas de fronteira e as distribuía no Distrito Federal e em outras unidades da federação. As investigações, que duraram cerca de um ano e meio, apontam que o grupo possuía uma estrutura altamente sofisticada e organizada, dividida em núcleos que operavam de forma coordenada no Distrito Federal e em diversos estados.

De acordo com a PCDF, o grupo adquiria drogas em áreas fronteiriças, garantia o transporte seguro dos entorpecentes e distribuía as drogas no Distrito Federal e em outros estados, além de realizar complexas operações de lavagem financeira.

Operação Chiusura

As investigações que originaram a Operação Chiusura duraram cerca de um ano e meio. A PCDF aponta que o "núcleo" do grupo sediado em Goiás foi identificado após integrantes da organização criminosa vinculados ao núcleo do Distrito Federal terem sido presos em fases anteriores da investigação que resultaram na apreensão de expressivas quantidades de maconha e cocaína.

Segundo a polícia, as lideranças locais do grupo utilizavam, de forma reiterada e estruturada, contas bancárias pertencentes a duas pessoas jurídicas distintas como meio de dissimular e movimentar os valores provenientes do tráfico de entorpecentes. Tais empresas são sediadas no município de Trindade, na Região Metropolitana de Goiânia, sendo uma delas registrada no ramo de transporte de cargas e a outra no comércio de peças automotivas.

Detalhe que a empresa de autopeças foi criada com o uso de documentação falsa, o que segundo a PCDF reforça o caráter fraudulento da estrutura empresarial montada para conferir aparência de legalidade à lavagem de capitais

As investigações apontam que essas empresas estão sob administração de integrantes do chamado "Núcleo Goiás" e trata-se de um núcleo familiar, composto por um casal e o filho do marido. Eles seriam os responsáveis pela circulação de valores milionários vinculados às atividades ilícitas da organização criminosa.

As investigações identificaram, ainda, que o filho do marido que integra a organização criminosa, mesmo com apenas 19 anos à época, foi nomeado para o cargo de assessor parlamentar de gabinete na Câmara Municipal de Goiânia por meio da Portaria nº 1.493, de 04 de dezembro de 2023. Ao POPULAR, a Câmara informou, em nota, que a Casa é cumpridora de todas as decisões judiciais, ainda não foi notificada oficialmente pelas autoridades competentes, mas a Mesa Diretora do Poder Legislativo já determinou a demissão do suspeito (leia a nota na íntegra abaixo) .

De acordo com a Polícia Civil, caso condenados, os investigados estarão sujeitos ao cumprimento de penas que podem ultrapassar 30 anos de reclusão, pela prática dos crimes de integração em organização criminosa, tráfico interestadual de drogas e lavagem de dinheiro praticada de forma reiterada e estruturada, por meio de engrenagem criminosa voltada à ocultação de ativos ilícitos.

Nota Câmara Municipal de Goiânia

O servidor foi nomeado no cargo em comissão após comprovada a regularidade das certidões e demais documentos estabelecidos em lei para ingresso na função.

A Câmara de Goiânia é cumpridora de todas as decisões judiciais e ainda não foi notificada oficialmente pelas autoridades competentes. A Mesa Diretora do Poder Legislativo já determinou a demissão do funcionário.

Você se interessou por essa matéria?

Acessar conta

É só colocar login e senha e acessar o melhor jornalismo de Goiás.

Criar conta gratuita

É só registrar seu e-mail para ter acesso a 3 matérias por mês, sem pagar nada por isso.

Assine O Popular digital

R$ 9,90 Mensais

Desconto para assinatura digital no primeiro mês

Newsletter

Escolha seus assuntos favoritos e receba em primeira mão as notícias do dia.

Notícias do Atlético

Notícias do Goiás E. C.

Notícias do Vila Nova

Destaques do Impresso

Podcast Giro 360

Economia Goiana

Edição de Domingo

Crônicas da Semana

IcCidade

Cidades

Operação prende suspeitos de dar mais de 60 golpes com falsas diárias em pousadas de Pirenópolis

Segundo a investigação, grupo anunciava hospedagem por meio de perfis falsos nas redes sociais

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), com apoio da Polícia Civil de Goiás (PCGO), deflagrou uma operação contra um grupo suspeito de aplicar mais de 60 golpes em um esquema de fraudes no pagamento antecipado de diárias para falsas pousadas em Pirenópolis. Ao todo foram cumpridos sete mandados de prisão temporária na manhã desta quarta-feira (12), em Goiânia (assista ao vídeo acima).

Como os nomes dos suspeitos não foram divulgados, O POPULAR não conseguiu localizar as defesas deles até a última atualização dessa matéria.

🔔 Siga o canal de O POPULAR no WhatsApp

De acordo com a PCDF, os suspeitos criavam perfis falsos de pousadas de Pirenópolis nas redes sociais, especialmente no Instagram, e ofereciam diárias a preços atraentes.

As pousadas que eram utilizadas como o meio fraudulento dos crimes praticados por essa organização criminosa, elas eram localizadas, principalmente, na região de Pirenópolis. Esse grupo criminoso fraudava e clonava os anúncios das pousadas, por meio do Instagram e sites, se passando por gerentes e proprietários dessas pousadas e recebiam valores dos clientes que pagavam acreditando se tratar da hospedaria verdadeira", disse o delegado Diego Castro em entrevista à TV Anhanguera.

As investigações apontam que os suspeitos já participaram de diversos crimes de estelionato no Distrito Federal, entre 2023 e 2024. Além dos mandados de prisão, também foram cumpridos sete mandados de busca e apreensão.

Essa é a segunda operação da PCDF que mira golpes de falsas pousadas na cidade de Pirenópolis. A primeira operação, intitulada Operação Pireneus, foi realizada em novembro de 2024 e prendeu três pessoas.

Como funcionava o golpe?

Polícia cumpriu mandados contra grupo suspeito de aplicar mais de 60 golpes em um esquema de fraudes no pagamento antecipado de diárias para falsas pousadas (Divulgação/PCDF)

Polícia cumpriu mandados contra grupo suspeito de aplicar mais de 60 golpes em um esquema de fraudes no pagamento antecipado de diárias para falsas pousadas (Divulgação/PCDF)

De acordo com as investigações da PCDF, os suspeitos fingiam ser donos ou responsáveis legais de hospedagens na cidade turística. O golpe era realizado especialmente no Instagram. Na rede social, eles criavam perfis falsos de pousadas e ofereciam diárias a preços atraentes

Com isso, as vítimas eram induzidas a realizar pagamentos via PIX, após negociações realizadas por meio de mensagens no WhatsApp. O grupo gerava contratos com timbres e logomarcas das pousadas falsas, com o intuito de gerar credibilidade à negociação.

A operação "Sem Reservas" descobriu que, após as vítimas realizarem o pagamento das diárias, eram bloqueadas pelos suspeitos. A polícia destacou ainda que muitos turistas foram até as pousadas e só perceberam a fraude ao chegar em Pirenópolis.

O esquema era realizado a partir de uma estrutura hierarquizada, que envolvia a divisão de tarefas e o uso de diversas contas bancárias e códigos PIX, além de inúmeros perfis falsos nas redes sociais.

Suspeitos criavam perfis falsos de pousadas de Pirenópolis nas redes sociais e ofereciam diárias a preços atraentes (Divulgação/PCGO)

Suspeitos criavam perfis falsos de pousadas de Pirenópolis nas redes sociais e ofereciam diárias a preços atraentes (Divulgação/PCGO)

Você se interessou por essa matéria?

Acessar conta

É só colocar login e senha e acessar o melhor jornalismo de Goiás.

Criar conta gratuita

É só registrar seu e-mail para ter acesso a 3 matérias por mês, sem pagar nada por isso.

Assine O Popular digital

R$ 9,90 Mensais

Desconto para assinatura digital no primeiro mês

Newsletter

Escolha seus assuntos favoritos e receba em primeira mão as notícias do dia.

Notícias do Atlético

Notícias do Goiás E. C.

Notícias do Vila Nova

Destaques do Impresso

Podcast Giro 360

Economia Goiana

Edição de Domingo

Crônicas da Semana

IcCidade

Cidades

Mulher suspeita de participar de assalto a banco no DF é presa em Goiás

Suspeita estava em prisão domiciliar e usava tornozeleira eletrônica no momento do crime

Mulher teria participado da abertura dos cofres e também atuou como olheira no ataque ao banco, no Distrito Federal

Mulher teria participado da abertura dos cofres e também atuou como olheira no ataque ao banco, no Distrito Federal (Divulgação/PCDF)

Uma mulher suspeita de participar de um ataque a banco no Distrito Federal foi presa por policiais civis em Águas Lindas de Goiás, na região do Entorno do DF. Além da mulher, outros seis participantes já foram identificados, quatro estão presos e dois, foragidos.

Por não ter o nome divulgado, O POPULAR não conseguiu localizar a defesa da suspeita até a última atualização desta matéria.

🔔 Siga o canal de O POPULAR no WhatsApp

A mulher foi presa nesta quarta-feira (26), pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF). Segundo a PCDF, as investigações apontam que a mulher participou da abertura dos cofres e também atuou como olheira no ataque à agência do Banco do Brasil de Brazlândia (DF) ocorrido no começo do mês de fevereiro.

A suspeita estava em prisão domiciliar e usava tornozeleira eletrônica no momento do crime. De acordo com a investigação, para impedir a transmissão de dados de localização, a mulher cobriu a tornozeleira com papel alumínio. Porém, foram captados dados de temperatura e detectado o aquecimento expressivo da tornozeleira, indicando a atuação da autora na abertura dos cofres da agência.

A polícia informou que a mulher presa possui antecedentes criminais e já esteve envolvida em quatro roubos.

Entenda o crime

O ataque a agência do Banco do Brasil, em Brazlândia, aconteceu no dia 9 de fevereiro. Segundo investigações da PCDF, os assaltantes entraram pelo telhado de uma sala ao lado do cofre, arrombaram o compartimento e levaram cerca de R$ 70 mil.

De acordo com a PCDF, a ação foi planejada por pelo menos quatro pessoas que viviam em uma casa vizinha à agência bancária. Os suspeitos se dividiram em tarefas e monitoraram as adjacências do banco durante o final de semana. Além disso, no dia seguinte ao ataque, o grupo se reuniu em um restaurante e exibiu parte do dinheiro furtado.

Você se interessou por essa matéria?

Acessar conta

É só colocar login e senha e acessar o melhor jornalismo de Goiás.

Criar conta gratuita

É só registrar seu e-mail para ter acesso a 3 matérias por mês, sem pagar nada por isso.

Assine O Popular digital

R$ 9,90 Mensais

Desconto para assinatura digital no primeiro mês

Newsletter

Escolha seus assuntos favoritos e receba em primeira mão as notícias do dia.