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Jogadores do Goiás prestam homenagens a Hailé Pinheiro

Tadeu, Pedro Raul e Nicolas foram alguns dos esmeraldinos que publicaram mensagens em homenagem ao ex-dirigente, que morreu nesta quarta-feira (7)

Homenagem publicada pelo atacante Nicolas a Hailé Pinheiro

Homenagem publicada pelo atacante Nicolas a Hailé Pinheiro (Reprodução)

Jogadores do Goiás publicaram homenagens a Hailé Pinheiro, que morreu nesta quarta-feira (7), em Goiânia, aos 86 anos. O goleiro Tadeu e os atacantes Pedro Raul e Nicolas foram alguns dos esmeraldinos que postaram mensagens após a morte do ex-dirigente esmeraldino.

Tadeu frisou que Hailé Pinheiro "deixou um legado". Nicolas frisou que a história dirigente "se confunde com a do Goiás por tantas conquistas alcançadas" ao longo dos anos.

**Leia também

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  • O goleiro Marcelo Rangel frisou que Hailé Pinheiro foi o "maior dirigente da história do Goiás" e que para ele se tornou um "amigo e conselheiro".

    Confira algumas das homenagens publicadas por jogadores do atual elenco do Goiás:

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    Uma publicação compartilhada por MARCELO RANGEL ROSA (@marcelorangel01)

    Homenagem publicada pelo volante Matheus Sales

    Homenagem publicada pelo volante Matheus Sales (Reprodução)

    Homenagem publicada pelo atacante Dada Belmonte

    Homenagem publicada pelo atacante Dada Belmonte (Reprodução)

    Homenagem publicada pelo volante Caio Vinicius

    Homenagem publicada pelo volante Caio Vinicius (Reprodução)

    Homenagem publicada pelo zagueiro Caetano

    Homenagem publicada pelo zagueiro Caetano (Reprodução)

    Homenagem publicada por Fellipe Bastos

    Homenagem publicada por Fellipe Bastos (Reprodução)

    Homenagem publicada por Danilo Barcelos

    Homenagem publicada por Danilo Barcelos (Reprodução)

    O goleiro Tadeu se despediu de Hailé Pinheiro no Instagram

    O goleiro Tadeu se despediu de Hailé Pinheiro no Instagram (Reprodução)

    Pedro Raul fez uma publicação em homenagem a Hailé Pinheiro

    Pedro Raul fez uma publicação em homenagem a Hailé Pinheiro (Reprodução)

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    Cresce a busca por discos de vinil impulsionada por projetos, feiras e relançamentos

    Centro Cultural Martim Cererê abre os portões neste sábado (5) para a 1ª edição da Vinillândia 2025

    A DJ Yasmin Lauck é amante dos discos de vinil e possui mais de 80 títulos em sua coleção

    A DJ Yasmin Lauck é amante dos discos de vinil e possui mais de 80 títulos em sua coleção (Wildes Barbosa / O Popular)

    Clássicos como The Robots (1978), da banda alemã Kraftwerk, e A Pele do Diabo com o Dono do Céu (1979), de Zé Ramalho, são algumas das joias raras que a DJ Yasmin Lauck guarda em sua coleção de vinis. "Os discos possuem uma entrega sonora belíssima e bem definida", conta a artista, que é de uma geração que tem cada vez mais revisitado os LPs.

    O formato dos discos sumiu das prateleiras a partir dos anos 2000, mas voltou a dar sinal de vida com novas tiragens, relançamentos, projetos musicais e feiras. Um dos exemplos é a 1ª edição da Vinillândia 2025, que toma conta do pátio do Centro Cultural Martim Cererê neste sábado (5), a partir das 14 horas.

    "Meu pai é músico e sempre foi viciado em ouvir todo tipo de mídia, ele me introduziu a ideia quando ainda era criança", adianta Yasmin, que integra o line-up da feira. Durante toda a tarde e início da noite, DJs como Wendel La Vinil, Lethal Breaks (de Brasília), e Mauricio Mota promovem discotecagens especiais com vinis.

    O fato é que o mercado de LP segue em alta no Brasil, impulsionado pelo crescente interesse da Geração Z e por uma nova abordagem do governo sobre a tributação das mídias físicas. Em 2024, por exemplo, as vendas físicas registraram um crescimento de 31,5% e alcançaram o maior patamar desde 2017, com R$ 21 milhões. O formato que mais contribuiu com esse crescimento foi o vinil, cujo faturamento chegou a R$ 16 milhões.

    "De tempo em tempo alguma coisa é revivida, né? Por diversos motivos a prensagem de discos voltou a ocupar espaço nos materiais de mídias físicas dos artistas populares e da atualidade", diz Yasmin, que completa: "Alguns discos muito famosos foram reprensados e tem muito artista independente interessado ou já mandando produzir LPs".

    A crescente demanda por discos de vinil no Brasil tem refletido a tendência mundial de resgate do formato físico. A declaração recente do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, sobre a revisão da tributação de discos importados pode representar um novo impulso para o setor, tornando o formato ainda mais acessível aos consumidores.

    "O mercado atual está forte, as fábricas estão com alta demanda e os pedidos demoram de três a seis meses para ficar prontos. São muitos lançamentos saindo todos meses", explica o produtor Leo Bigode, da Monstro Discos, que produz e vende LPs na loja física da produtora localizada no Centro de Goiânia. "Os desafios para selos e distribuidores envolvem prazos de entrega e valores dos insumos que podem variar de acordo com dólar", reitera.

    Os produtores Leo Bigode e Leo Razuk, da Monstro Discos, ajudam na produção e circulação dos vinis em Goiânia (Wildes Barbosa / O Popular)

    Os produtores Leo Bigode e Leo Razuk, da Monstro Discos, ajudam na produção e circulação dos vinis em Goiânia (Wildes Barbosa / O Popular)

    A produtora de Goiânia surgiu em 1998 lançando vinis. Os primeiros discos do catálogo foram todos compactos em vinil, tudo isso em uma época que todo mundo estava em busca dos CDs e se desfazendo das coleções de vinil. O catálogo atual da Monstro Discos é extenso e praticamente todo o mês um título é lançado, a exemplo de artistas como Odair José, Jão, Black Drawing Chalks e Ana Canãs.

    "O vinil preserva os áudios o mais original possível enquanto o digital transforma o áudio em dados e isso pode eliminar alguns detalhes", destaca o produtor e jornalista Léo Razuk, da Monstro. Segundo o especialista, há diferenças de sonoridade nos médios, graves e agudos que deixam o som mais quente, dinâmico e gostoso para o ouvido. "E tem aquele choradinho charmoso...", graceja.

    Feiras como a Vinillândia ajudam a oxigenar a cena de música da cidade e é um momento para troca de informações, contato com outros colecionadores e vencedores, segundo Razuk. "É uma reunião, uma festa da comunidade de vinilzeiros. Alguns levam os filhos para que eles comecem a desenvolver essa paixão também. Porque o vinil tem muito disso, de paixão", diz o produtor.

    Música mais afetiva

    "O vinil exige a participação do ouvinte. Você precisa trocar o lado do disco, botar a agulha no vinil, retirar da capa e interagir com a obra", adianta o pesquisador musical Renan Accioly, proprietário da Fadiga Discos, loja que vende LPs no Centro de Goiânia. "Acredito que um dos grandes motivos para o aumento do consumo dos discos de vinil seja a necessidade de se aproximar da música de uma maneira mais afetiva", comenta.

    Para o pesquisador Renan Accioly, o vinil aproxima a música de maneira mais afetiva (Diomício Gomes / O Popular)

    Para o pesquisador Renan Accioly, o vinil aproxima a música de maneira mais afetiva (Diomício Gomes / O Popular)

    Muito além da própria música, existe no LP uma valorização da estética, da capa do disco, encarte com as letras, o material gráfico e as edições especiais. Cores e tamanhos diversos transformam a experiência de se ouvir música em um ritual. "A aproximação do analógico vem da necessidade de estar mais próximo do que se ouve", destaca Renan.

    Para a engenheira de software, Carolina Alves Branquinho, 29, o crescente interesse pelo analógico em uma sociedade tão digital faz todo sentido. "Busco me afastar um pouco das tecnologias que nos cercam constantemente. A quantidade imensa de informação e recursos disponíveis acaba sendo esmagadora e difícil de processar de maneira natural. Optar pelo analógico é uma forma de desacelerar, fugir da velocidade do dia a dia e aproveitar os momentos com mais tranquilidade", reflete.

    SERVIÇO

    Evento: 1ª Vinillândia 2025

    Data: Sábado (5), das 14 às 20 horas

    Local: Centro Cultural Martim Cererê, Travessa Bezerra de Menezes, St. Sul

    Ingresso: Entrada gratuita mediante doação de 1kg de alimento

    Informações: @monstrodiscos

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    'Ainda Estou Aqui' entra no catálogo do Globoplay neste domingo (6)

    Filme finaliza trajetória nos cinemas com mais de 5,8 milhões de espectadores

    Fernanda Torres, que ganhou o Globo de Ouro, em cena: filme chega ao streaming neste final de semana

    Fernanda Torres, que ganhou o Globo de Ouro, em cena: filme chega ao streaming neste final de semana (Divulgação)

    Após 21 semanas movimentando o circuito nacional, Ainda Estou Aqui se despediu dos cinemas no Brasil. Em sua longa carreira, marcada pelo forte apoio e engajamento do público brasileiro, o longa dirigido por Walter Salles foi visto por 5,8 milhões de espectadores. A produção entra em cartaz no Globoplay, streaming da TV Globo, neste domingo (6).

    O filme alcançou importantes conquistas para o cinema nacional, incluindo o primeiro Oscar do Brasil, na categoria de Melhor Filme Internacional, o primeiro Goya, na categoria de Melhor Filme Ibero-Americano, o inédito Globo de Ouro de Melhor Atriz em Filme de Drama, com Fernanda Torres, e o prêmio de Melhor Roteiro, no Festival de Veneza, além de sete prêmios de Melhor Filme do júri popular.

    Ainda Estou Aqui também trilha uma longa carreira nos cinemas do circuito comercial internacional, e já foi lançado em 42 países, incluindo Itália, Bolívia, Chile, Venezuela, Colômbia, Israel, Argentina, República Dominicana, Nova Zelândia, Paraguai, Peru, Uruguai, México, Romênia, Espanha, Polônia, Austrália, Eslováquia, Turquia, Alemanha e Taiwan, onde estreou nesta semana.

    As próximas estreias acontecem na China (17/05), Japão (Agosto/2025), Escandinávia (12/09), Dinamarca (02/10) e Noruega (03/10). A trajetória de Ainda Estou Aqui nas premiações continua no Prêmio Platino, uma das maiores premiações do cinema Ibero-Americano, onde concorre a Melhor Filme Ibero-Americano.

    Também no Prêmio Platino, o longa compete na categoria de Melhor Atriz, com Fernanda Torres, e Melhor Direção, com Walter Salles, além de concorrer ao Prêmio do Público nas categorias de Melhor Filme Ibero-Americano de Ficção e Melhor Atriz. A cerimônia de premiação acontece no dia 27 de abril, no Palácio Municipal IFEMA Madrid, localizado na capital espanhola, e terá transmissão ao vivo pela plataforma SmartPlatino TV.

    Selecionado para mais de 50 festivais nacionais e internacionais, Ainda Estou Aqui já recebeu 27 prêmios nacionais e internacionais, incluindo sete prêmios de Melhor Filme segundo o Júri Popular: no Festival Internacional de Cinema de Roterdã; na 48ª Mostra de S. Paulo; no Festival Internacional de Cinema de Vancouver, no Canadá; Festival de Cinema de Mill Valley, nos Estados Unidos; Festival de Pessac, na França, onde também recebeu o Prêmio Danielle Le Roy, dado pelo júri jovem; Festival Internacional de Cinema de Miami.

    O filme já foi exibido em festivais de mais de 20 países, incluindo Itália, Canadá, França, Estados Unidos, China, Suíça, Inglaterra, Turquia, Áustria, Portugal, Espanha, Marrocos, Egito, Alemanha, Estônia, Eslovênia, Sérvia, Bulgária, Irlanda, Austrália e Holanda.

    Globoplay

    Neste domingo (6), Ainda Estou Aqui chega com exclusividade ao Globoplay, iniciando uma nova jornada no streaming, após meses de sucesso nas telonas. O primeiro filme Original Globoplay, é baseado no livro biográfico de Marcelo Rubens Paiva e que conta a história real e emocionante da família Paiva, que viveu o desaparecimento de Rubens Paiva nos anos 1970, quando o Brasil enfrentava o endurecimento da ditadura militar.

    Eunice, sua esposa, representada por Fernanda Torres e por Fernanda Montenegro, inicia a busca pela verdade sobre o destino de seu marido e é obrigada a se reinventar e traçar um novo futuro para si e seus cinco filhos. Tem ainda no elenco nomes como Selton Mello, Marjorie Estiano, Antônio Saboia, Maeve Jinkings, Humberto Carrão e Dan Stulbach. A produção é da VideoFilmes, RT Features e Mact Productions, em coprodução com Globoplay, ARTE France e Conspiração, com distribuição no Brasil pela Sony Pictures.

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    Crônicas e Outras Histórias

    Para ser feliz era assim

    Quando penso na felicidade que muitas pessoas de hoje acreditam, nessa felicidade que fica no topo das coisas, que para ser alcançada é preciso ser o mais bonito, o mais rápido, o mais caro, o mais sarado... Quando penso nesse jeito de ser feliz, de sempre ter de subir e subir e subir, me lembro do pé de morango baixinho que tinha na casa da vó.

    Domingo era dia de vó. De almoço em família, de rever os tios, os primos, de comer as comidas mais gostosas, numa mesa de madeira antiga, supitando de panelas e amor. Todo domingo a gente alternava e almoçava em uma vó diferente. Um domingo era da vó Nininha; outro, da vó Jovita. Assim não dava ciúme em ninguém.

    O pé de morango ficava na casa da dona Jovita, minha avó paterna. E eu me lembro dos detalhes dessa casa, das mais simples, num dos bairros mais antigos da cidade, onde tudo era velho, até o povo. Uma casinha pequena que, aos domingos, crescia para caber a família toda: os 11 filhos e o dobro de netos.

    O portão era de grades de ferro vazado e enferrujado, que rangia quando abria, como se avisasse à dona Jovita que os netos haviam chegado. A porta da frente ficava depois do portão e dava direto na sala. Era onde ficavam os tios, assistindo à televisão enquanto o almoço não ficava pronto. Não havia jeito de atravessar a sala sem dar a "bênção" para todos.

    Para chegar ao quintal demorava. Tinha a cumprimentação da sala, depois, na cozinha, o cumprimento mais importante: a bênção da vó. Na verdade, era só essa bênção que abençoava, o resto era figuração. Depois de todos os netos abençoados, corríamos para o quintal atrás da felicidade que estava plantada no chão.

    Recordo-me de tudo que tinha no quintal: do cachorro enorme --- quando a gente é pequeno, tudo é enorme --- amarrado numa árvore também imensa que fazia uma sombra gostosa; a casa do cachorro rodeada por uma grade que protegia as crianças; no outro lado, uma horta, onde a vó cultivava os temperos e frutas que usava na cozinha.

    Um quintal bem cuidado, com cheiro de frutas frescas. No meio da horta, numa fileira só deles, os pés de morangos, que de tempos em tempos se enchiam de frutas vermelhas e suculentas.

    Eu me lembro que, para ser feliz, naquela época, bastava a gente se aproximar devagar dessa horta, abaixar um pouquinho, pegar um morango no pé e comer. Um morango fresco, colhido na hora. Uma felicidade facinha de apanhar e gostosa de experimentar. A única competição que tinha era a corrida que a gente disputava depois da bênção da vó até as frutinhas vermelhas no chão. E, no fim, quem perdia ainda podia comer os morangos maduros que davam aos montes por lá.

    Na casa da vó era assim que a gente conquistava a felicidade, aos domingos, depois das bênçãos, num quintal de sombra fresca, estendendo as mãos mais para o chão do que para o topo da vida.

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    GloboNews lança série sobre os evangélicos no Brasil

    Canal por assinatura começa abril com diversas novidades em sua grade de programação

    Cena da série Crentes: Além dos Muros, que será exibida em três episódios: produção investiga o crescimento dos evangélicos no Brasil

    Cena da série Crentes: Além dos Muros, que será exibida em três episódios: produção investiga o crescimento dos evangélicos no Brasil (Globo/ Divulgação)

    O mês de abril começa com grandes estreias na GloboNews, trazendo novos programas, séries especiais e uma variedade de conteúdos sobre empreendedorismo, comportamento e cultura. Liderança SA GloboNews, série especial Crentes: Além dos Muros e Balaio GloboNews, que agora vira um programa semanal, chegam ao canal já a partir desta semana.

    "A GloboNews tem compromisso com a diversidade e a pluralidade de ideias como parte da sua essência. E queremos ampliar cada vez mais esse espaço e aprofundar o debate sobre temas atuais, ouvindo as pessoas e pontos de vista divergentes, que provoquem reflexões significativas na sociedade", destaca Vinicius Menezes, diretor da GloboNews.

    Neste sábado (5), às 17h30, estreia o Liderança S/A GloboNews que vai mostrar histórias inspiradoras e exemplos de liderança. Com Mônica Waldvogel na apresentação, o programa que nasceu de uma parceria com o jornal Valor Econômico vai ouvir grandes executivos de empresas e mostrar o lado humano deles, traçando o perfil de cada um.

    Como eles chegaram até o cargo que ocupam hoje? Quais foram os principais desafios que enfrentaram e os acertos e erros que cometeram? O que eles fazem para compensar o estresse da rotina diária? Como é a relação deles com a equipe? A primeira temporada terá 12 episódios e vai ao ar sempre aos sábados. Cada história será permeada por análises dos repórteres do Valor e de especialistas. Eles trarão números do setor que está sendo retratado no episódio e darão dicas e insights sobre carreira e gestão. Cada episódio terá um esquete bem-humorado com dados e informações que dialogam com o tema abordado.

    "Queremos falar para novos públicos e para quem tem interesse em saber sobre o mundo dos negócios, que quer se tornar um líder ou conquistar um cargo de gestão. Vamos mostrar quais são as habilidades necessárias para quem quer chegar a um posto alto de comando. A ideia é atrair também o público mais jovem, quem está começando a carreira vai poder se inspirar e identificar lideranças que podem fazer diferença na vida delas. E, claro, quem goste de uma boa história", conta a apresentadora Mônica Waldvogel.

    Já na segunda-feira (7), o GloboNews Especial começa a exibir séries que mergulham em um determinado tema, oferecendo ao público uma visão detalhada e reflexiva sobre o assunto. A primeira delas é a série documental Crentes: Além dos Muros, que vai ao ar às 23 horas. Em três episódios, a produção mostra o crescimento da religião evangélica no Brasil e a relação entre as igrejas e as comunidades onde estão inseridas. Durante um mês, quatro equipes de reportagem percorreram diversos municípios de Pernambuco e do Rio Grande do Norte, Estados onde a religião mais cresce no País, para entender o universo evangélico e como ele impacta na vida de seus membros além dos muros da igreja, moldando suas rotinas e relações diárias. Histórias de pessoas que vivem o evangelho no dia a dia revelam como a fé influencia suas decisões e comportamentos, criando uma comunidade de apoio e solidariedade.

    "A série visita a realidade de igrejas evangélicas de bairro, que acolhem especialmente os brasileiros mais jovens, periféricos e mulheres, tornando-se para eles extensões de suas próprias casas. São os próprios evangélicos contando suas histórias. Em vez de apenas rememorar acontecimentos passados, as equipes acompanharam de perto o cotidiano das igrejas, registrando o que há de extraordinário na rotina do dia a dia", explica o diretor da série, Rafael Norton.

    E as novidades não param por aí. As noites de sábados da GloboNews terão mais tempo dedicado à cultura. O quadro Balaio GloboNews, exibido dentro do Especial de Domingo, ganha um espaço próprio na grade e passa também a ser um programa semanal, exibido aos sábados, a partir das 19h30. Apresentado por Bete Pacheco, o Balaio promove encontros entre expoentes da cultura nacional para falar sobre arte, música, cinema, teatro, entre outros temas. Nos primeiros episódios, a equipe visitará alguns dos equipamentos culturais mais importantes do País, como o Museu de Arte Moderna (MAM) e o Theatro Municipal, ambos localizados no Rio de Janeiro.

    "Muito feliz com este novo espaço, aliás, com mais espaço. Porque continuamos no Especial de Domingo e agora, também, aos sábados. Um compromisso do canal com a cultura. Afinal, cultura somos todos. É o que nos diferencia, como povo, e ao mesmo tempo o que nos une. Cultura é nossa produção artística, mas também nosso jeito de ser, de se expressar, de se posicionar perante o mundo. Cultura é um ato civilizatório", comemora a apresentadora Bete Pacheco. [AGENCI]()

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